domingo, 11 de maio de 2014

um homem tem duas sombras

 

Ontem foi dia de Carlos Relvas, o homem que tem duas sombras, no CIAJG. E é-o todo o mês de Maio. E é imperdível, esta autêntica alusão a C. D. Friedrich quando toca à paisagem na fotografia.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

os que vão morrer saudam-te ou de novo da ficcção e do real

O Cinema talvez seja apenas a procura da distância mais justa entre dois olhares - a distância do olhar que nos olha, o que corresponde à distância de nos conhecermos como somos conhecidos.
 
João César Monteiro
 
 
 
Vai e Vem (2003), de João César Monteiro.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

entre cortes ou do apelo

 
À Flor do Mar (1986), de João César Monteiro. Um apelo de abjuração improvável e acontece amanhã, ali.

quarta-feira, 26 de março de 2014

terça-feira, 25 de março de 2014

isto é tudo relativo

De repente, parecemos todos muito eloquentes, quando nos pomos a discutir o sentido que para o caso não importa bem de o quê. Afinal, é tudo relativo. No final da discussão que, bem vistas as coisas, nunca o chega bem a ser, a conclusão é bastante simples - bem mais do que o problema (mas então, problema, qual problema?) -, é relativo. E assim vamos todos embora, cada qual muito satisfeito consigo próprio, que se esforçou por dizer umas quantas coisas, sabe-se lá bem se previamente pensadas ou não - e, na verdade, se tudo é relativo, não será esse detalhe que fará a diferença. Afastamo-nos todos da mesa e daqui limpamos as nossas mãos. Um pensa isto, o outro aqueloutro, aquele ainda aquilo. Mas na verdade poderiam cada um deles pensar outras quaisquer coisas ou ainda não pensar de todo, que não importaria nada. A resposta é e será sempre a mesma, dizendo-a em jeito diplomático, não vamos agora aqui chatearmo-nos: bom, isso é tudo relativo, depende do ponto de vista. - Ah, claro, do meu ponto de vista, claro! O cinema vale todo o mesmo, a literatura, a arte, gostos não se discutem e, Rita, acautela-te lá nas tuas pretensões! Tudo vale o mesmo e o mesmo pode perfeitamente ser nada, dentro de tamanho relativismo que, veja-se bem, só não permite que seja relativo o facto de ser tudo - e isto é ponto bem assente! - relativo.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Mea Culpa


Brian Eno & David Byrne, album My Life in the Bush of Ghosts, 1981, re-released in expanded form, 2006.

segunda-feira, 10 de março de 2014

toda a gente sabe


que a arte não nos ensina nada. Está claro.

Dentro de Casa (2012), de François Ozon.

sábado, 8 de março de 2014

O Cinema está de regresso à Rua dos Bragas

 
Está lançada a programação do Cineclube FDUP para o 2º semestre de 2013/2014. Para todas as informações, aqui.

sexta-feira, 7 de março de 2014

domingo, 2 de março de 2014

Tu n'as rien vu à Hiroshima (ii)


 
As Ervas Daninhas (2009), de Alain Resnais.
 
Daquele que sempre nos deixou a sós com a grande tela, entregues à nossa própria liberdade e imaginação, presos nessa infinita babilónia que, na verdade, desejávamos não ter acabado. O cinema, sem ele, está agora mais pobre.