O Gosto do Saké (1962), de Yasujiro Ozu.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
do amor europeu
Diz o Jorge Calado que o amor é uma invenção europeia. Não todo o amor, está claro, mas aquele "amor romântico que engloba distância e sofrimento". Reagi de imediato, sem qualquer prévia reflexão e, com a minha caneta, respondi-lhe na margem: estás louco! Agora, ao reler, fui corrigir-me: Estarás?
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
histórias do princípio do fim do mundo
Até que diz o Orson Welles, tinha de morrer para nos lembrar de que também estava vivo.
"La Ricotta", de Pier Paolo Pasolini, em Ro.Go.Pa.G., 1963.
D'as artes entre as letras
Dedicado às artes e cultura como, de resto, o nome não engana, e com sede na cidade do Porto, o jornal As Artes Entre As Letras permitiu-me publicar um texto que há já algum tempo havia deixado neste blog. "Mamma Roma e Pier Paolo Pasolini" pode ser lido nesta edição de 15 de Janeiro, aqui, para os assinantes. Para os interessados que, como eu, ainda não dispensam o papel, pelo menos não em absoluto, podem comprar o jornal no vosso quiosque do costume.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
No Cais
HIPÓTESE:
O cinema é uma vigarice (Godard), mas essa vigarice pode ser superada.
Voltarei com membros de ferro, a pele sombria, o olhar furioso: sobre a minha máscara julgar-me-ão de uma raça forte.
Terei ouro: serei ocioso e brutal. As mulheres cuidam desses ferozes enfermos que regressam dos países quentes. Meter-me-ei nos assuntos políticos. Salvo. Agora para maldito, tenho horror à pátria.
O melhor é um sono bêbedo, no cais.
Quem Espera Por Sapatos De Defunto Morre No Cais (1970), de João César Monteiro
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
"O Velho do Restelo"
"La vérité de la vérité est ce qui, en réalité, s'est passé."
Entretien avec Manoel de Oliveira, Cahiers du Cinéma, nº 694, Novembre 2013.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Two Lovers
Quando o amor idealizado, que só para quem o idealiza parece, de facto, possível, dá, num esforço pela vida, lugar a um outro, mais frágil e menos absoluto e, por isso mesmo, mais real. Ainda assim, - que desilusão.
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