Não ficara mais sábio com a
idade. (E fica-se? – pergunto). Apenas sabia mais coisas. Porém, nos momentos
decisivos elas pareciam de nada lhe valer. Importavam a dor e a felicidade. O
que sofria e o que amava. O bem e o mal. O bom e o mau. No fundo, era ainda
como uma criança, de extremos emocionais dramáticos, onde seguido a um choro
por clemência facilmente desabrochava um trágico entusiasmo pela vida.
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