domingo, 2 de março de 2014

Tu n'as rien vu à Hiroshima (ii)


 
As Ervas Daninhas (2009), de Alain Resnais.
 
Daquele que sempre nos deixou a sós com a grande tela, entregues à nossa própria liberdade e imaginação, presos nessa infinita babilónia que, na verdade, desejávamos não ter acabado. O cinema, sem ele, está agora mais pobre.

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