domingo, 19 de janeiro de 2014

D'as artes entre as letras

 
Dedicado às artes e cultura como, de resto, o nome não engana,  e com sede na cidade do Porto, o jornal As Artes Entre As Letras permitiu-me publicar um texto que há já algum tempo havia deixado neste blog. "Mamma Roma e Pier Paolo Pasolini" pode ser lido nesta edição de 15 de Janeiro, aqui, para os assinantes. Para os interessados que, como eu, ainda não dispensam o papel, pelo menos não em absoluto, podem comprar o jornal no vosso quiosque do costume.
 
 

1 comentário:

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    Eduardo Oliveira Costa
    Cara Nassalette Miranda,
    Manda a minha consciência que te leve o meu sentimento atual pela tua pessoa.
    A Juíza baseou-se no teu testemunho e dos "teus rapazes" para justificar a punição. No processo de acusação de Lock Out, fizeste uma declaração "esclarecedora" da tua ideia de empurrar para mim o ónus.
    Não esqueço que, quando me vi forçado a deixar cair a empresa que editava O Primeiro de Janeiro, foi muito conveniente que os "teus rapazes" atirassem o meu nome para a lama, acusando-me de tudo e muito mais. Conveniente, porque dessa maneira a diretora do jornal ficou de fora das perturbações.
    Passados anos, vens produzir afirmações que me prejudicaram em Tribunal, tu e os "teus rapazes".
    Provavelmente é a tua verdadeira natureza, tão diferente daquela que meteu cunha a amiga comum para que eu arranjasse uma solução, depois do teu despedimento conflituoso da RDP, no final da década de 90.
    Arranjei qualquer coisa e criamos amizade. Acreditei no teu projeto, decidi investir nele e fiz-te diretora do centenário Janeiro. E durante quase uma década foste rainha dum reino só teu. Para onde entraram familiares e namorados, todos alimentados pelo mesmo e chorudo orçamento com que gerias a redação.
    Sou culpado, pois deixei que fizesses tudo o que querias e como querias. Não fujo à responsabilidade, de ter confiado e assinado por baixo em tudo o que fazias. Acreditava em ti, no teu projeto, como profissional e sobretudo como amiga. E, ou eras muito falsa, ou acredito mesmo que em certa altura o foste.
    Esqueceste-te da noite para o dia, quem te tratou muitos anos com muita amizade, que te levou a ti e ao teu namorado Vitor Fonseca para luxuosas férias no Brasil, que te levou para Paris, e tratou luxuosamente.
    Não acredito que te tenhas saído bem em toda esta história, pois creio que a lama que me atiraram, não escondeu a tua intenção. Acho que não sais bem na fotografia. O nosso povo tem um nome pouco abonador para tais comportamentos.
    Desiludiste-me. Aprendi uma lição importante e acho que vai ser mais difícil a qualquer "Nassalette" conseguir que volte a confiar da mesma forma cega.
    Convido-te a fazeres o que estiver ao teu alcance para reparar o (muito) mal que me foi feito. Acho que me deves isso.

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